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Diário da 41.ª Copa Mundial de Boliche Qubica AMF
 


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Escrito por Bira Teodoro às 12h37
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Final Masculina
Domingo, 20/11/2005 (melhor de três), 16h:


Michael Schmidt (1), Canadá X Or Aviram (6), Israel

 

Parecia que estava escrito desde o primeiro frame da primeira partida deste mundial que o gordinho girudo do Canadá estaria na final. E não deu outra coisa. Lá estava Michael com seu constante sorriso nos lábios, extremamente simpático e atencioso com todos que chegavam até ele. Tranqüilo na apresentação para a TV declarou que estava muito satisfeito com a sua performance, e não poderia ser diferente, pois liderou o tempo todo. O israelense Aviram aparentava um pouco mais de nervosismo, mas ao ser chamado pelo locutor oficial conquistou a torcida com sorrisos e uma saudação carinhosa abrindo os dois braços em direção à platéia. Após o aviso de início da disputa final reinou um silêncio absoluto, de tal forma que a gente ouvia ruídos normalmente despercebidos num boliche, como o barulho das bolas retornando pelo túnel, os cliques das máquinas fotográficas, um pigarrear inevitável, algum objeto que sempre cai no momento impróprio e até alguma respiração mais forte. A primeira partida foi disputada frame a frame e decidida somente no final, 211 x 200 para Michael fazer 1 a 0. Na segunda Aviram mostrou todo sua qualidade e superou Michael por 233 a 205 graças, principalmente, a um sena-ligue no fechamento, dando-lhe o empate em 1 a 1. No terceiro jogo, o de desempate, ambos começaram com dois strikes cada um e mantiveram uma diferença mínima até o final, quando Aviram terminou primeiro com 214 pontos. Michael precisava de um strike e um spare para garantir o título. Fez o strike mas no segundo lançamento (10.º frame) sobrou o fjkadorsk pino 10. Por alguns segundos ninguém respirou naquela Arena, certamente preocupados em atrapalhar o fechamento que valeria o título mundial. Michael foi o único a respirar profundamente, buscando um gás extra para concentrar-se e evitar um erro fatal. Olhou firmemente para a seta escolhida e fez um lançamento perfeito na cara do pino isolado. Explosão de alegria e a consagração merecida do canadense Campeão Mundial, 23 anos após a última conquista do Canadá, através do seu compatriota Ray Mitchell em Hamburgo, na Alemanha, em 1972.



Escrito por Bira Teodoro às 00h48
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Final Feminina

Domingo, 20/11/2005 (melhor de três), 15h15:

Lynda Barnes (1), Estados Unidos X Fiona Banks (3), Inglaterra

                                  

Se as semi-finais foram nervosas, imaginem então como foi a finalíssima. Por solicitação da televisão, as duas finalistas ficaram atrás da arquibancada montada sobre a pista 14 e só deveriam entrar após o anúncio do locutor oficial. Ao rumar em direção ao approach, Lynda cumprimentou alguns espectadores e distribuiu vários broches (pins) entre eles. Distraída acabou tropeçando num dos três monitores que estavam colocados no chão, ao lado da canaleta, quase ferindo seu joelho esquerdo. Bem humorada, fez uma piadinha e prosseguiu normalmente. A maioria dos finalistas comentou as dificuldades para concentrar-se diante de uma situação tão diferente como a estrutura montada para as transmissões pela televisão, o público estava a centímetros da pista, fortemente iluminado por potentes refletores, cercados por dezenas de câmeras, inclusive a moderníssima máquina do fotógrafo oficial da AMF, o Sr. Noda, que tinha um barulho característico em conseqüência do disparo automático de dezenas de fotos em segundos. No entanto o clima reinante era de festa e emoção. Quando a bola rolou pelas pistas, a norte-americana mostrou que tinha o domínio total da situação de não deu a menor chance para a inglesa Fiona, vencendo por 230 a 197 e 219 a 188, sagrando-se Campeã Mundial com média superior a dos homens, 235,74 nas 39 partidas que jogou.



Escrito por Bira Teodoro às 00h38
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2.ª Semi-final Masculina, Domingo, 20/11/2005 (melhor de três), 13h:
Michael Schmidt (1), Canadá X Gery Verbruggen (4), Bélgica

                  
O único canhoto classificado para as finais, o belga Verbruggen, não conseguiu superar a máquina canadense, o jovem Michael Schmidt. Apesar do nervosismo de ambos, Michael conseguiu salvar-se com duas partidas acima dos 200 pontos e venceu por 2 a 0 (211 x 189 e 214 x 197).



Escrito por Bira Teodoro às 00h37
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1.ª Semi-final Masculina, Domingo, 20/11/2005 (melhor de três), 11h30:
Or Aviram (6), Israel X Badr Al Sheikh (7), Arábia Saudita

                                                   

Na primeira partida Al Sheikh manteve-se a maior parte do tempo à frente do placar, sem nenhum erro até o oitavo frame quando “fritou” o pino 9, dando chance de vitória a Aviram desde que este fizesse um fechamento com três strikes, mas o israelense fez spare no 10.º frame e Al Sheikh venceu por 206 a 193. Apesar de um mau início com um raro split 7-8 (quase ficou o 9 também) Aviram firmou-se a partir do segundo frame e fez 225 na segunda partida, exatamente o oposto de Al Sheikh que começou bem com um strike, mas fez quatro furos seguidos na pista 16 e apesar de cinco strikes terminou com um inacreditável placar de 148 pontos para um finalista deste nível. Na terceira partida de desempate Aviram saiu bem com triligue enquanto Al Sheikh fez um spare e depois fritou um split 4-8. Formou um quadriligue que deu-lhe alguma esperança, pois Aviram errou o frame 7, mas desperdiçou ao também errar o mesmo frame. Então o israelense fechou 234 pontos com um quadriligue, enquanto o árabe ficou nos 208 pontos e fora da final. Se existiu um sentimento que envolveu todos os jogadores em todos os jogos decisivos certamente foi o nervosismo. Esse duelo, especialmente, teve um componente adicional, a rivalidade entre árabes e judeus e, infelizmente, a política interferiu no esporte, mais uma vez, pois Al Sheikh não cumprimentou Aviram no final das três emocionantes partidas.



Escrito por Bira Teodoro às 00h37
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2.ª Semi-final Feminina, Domingo, 20/11/2005 (melhor de três), 10h:
Lynda Barnes (1), Estados Unidos X Wendy Chai (4), Malásia

                                           

Primeiro jogo: Lynda 278, Wendy 187. Segundo jogo: Lynda 227, Wendy 225. Nada há o que dizer da firmeza, determinação e poder do jogo de Lynda Barnes. Uma perfeita campeã.



Escrito por Bira Teodoro às 00h37
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1.ª Semi-final Feminina, Domingo, 20/11/2005 (melhor de três), 8h30:
Fiona Banks (3), Inglaterra X Ann Louise Haugen (7), Noruega

                     
A jovem inglesa Fiona Banks, 21 anos, venceu pela segunda vez consecutiva por 2 a 0 (211 x 181 e 211 x 186) nesta etapa final. A garota norueguesa Ann Louyise de apenas 17 anos, mostrou nervosismo nos primeiros frames, errando um pino 7 no primeiro e deixando um “split 2002” (4-6-7-10) no segundo, embora conseguisse dominar seus nervos depois mas não o suficiente para vencer Fiona.



Escrito por Bira Teodoro às 00h36
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Quartas-de-final, Sábado, 19/11/2005 (melhor de três), 19h30:

Lynda Barnes (1), Estados Unidos X Clair Johnston (8), Austrália
Um emocionante duelo entre uma veterana e uma novata. Lynda começou firme e disposta a não dar nenhuma chance à garota australiana, chamada Clair (vejam só ...). Houve certo equilíbrio de forças até o terceiro frame, quando um erro da jovem Clair (não fechou um spare 3-6-10) segurou sua pontuação, embora tenha feito um ligue na seqüência, depois um spare e um triligue no fechamento, para marcar bem com 210, mas não o suficiente para superar o quadriligue no fechamento de Lynda (237). Na segunda partida Clair foi muito mais segura, saiu de strike, depois dois spares, e um senaligue fechando com 244. Lynda, ao contrário, apesar de sair de ligue, fritou o terceiro frame (errou o mesmo spare que sua adversária havia errado na partida anterior 3-6-10). Aí foi “castigada” por um split 1001 (7-10), quase repetido no frame seguinte (o 10 caiu quase junto com a varredora, deixando apenas o 7), para não perder o fio da meada encarrilhou seis strikes para fechar com 233, dando chances para Clair ir para o desempate. Na terceira partida Lynda confirmou seu favoritismo e fez sete strikes seguidos (236) deixando a australiana perdida num magro 164, com direito a “fritada” no fechamento. Lynda fez 706 pontos nas três partidas (média de 235,33) o que confirma sua caminha segura rumo ao título.

Escrito por Bira Teodoro às 20h49
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Quartas-de-final, Sábado, 19/11/2005 (melhor de três), 18h:
Helen Johnsson (2), Suécia X Ann Louise Haugen (7), Noruega
                              

Certamente foi o mais belo confronto feminino do dia, entre a sueca Helen Johnson, campeã nacional por três vezes e a jovem norueguesa Ann, 17 anos, a surpresa dessa fase decisiva. Neste segundo desafio europeu, coincidentemente entre dois países que conseguiram classificar tanto os homens quanto as mulheres para as finais, foi difícil prestar atenção nas pistas. Ann venceu o primeiro jogo por 191 a 176. Helen respondeu, então, com um maravilhoso 269, intimidando Ann (147) por um breve momento. Suportando bem a pressão Ann fez sofridos 179 pontos na partida de desempate, mas superiores aos 160 de Helen.



Escrito por Bira Teodoro às 20h48
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Quartas-de-final, Sábado, 19/11/2005 (melhor de três), 16h30:
Fiona Banks (3), Inglaterra X Isabelle Saldjian (6), França
Esse foi o primeiro confronto europeu da divisão feminina.
Banks, inclusive, fez aniversário na semana passada. Saldjian, que venceu o campeonato nacional francês por 11 vezes consecutivas de 1995 até 2005, é uma das mais experientes jogadoras européias. Só que tudo isso não impediu um péssimo início com um split 7-10 e piorou depois com splits 4-6-7 e 2-4-10 sofrendo com 143 pontos logo de saída. A inglesa Banks seguiu o caminho oposto e começou com triligue e mesmo errando um pino dez no sétimo frame e abrindo um split 2-7-8 no nono frame ela ainda teve forças para fechar com 202. No segundo jogo a francesa começou melhor com um strike, fechou um split 4-9, mas diminuiu o ritmo com outro split 4-6-7-9-10. Não podia ter outro fim: Banks 202 x Saldjian 191.

Escrito por Bira Teodoro às 20h34
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Quartas-de-final, Sábado, 19/11/2005 (melhor de três), 15h:
Wendy Chai (4), Malásia X Nadia Aqeel (5), Bahrain
Wendy, que recentemente venceu o Asian Tournament of Champions, entrou como favorita nesse confronto, embora a jovem Aeel de Bahrain tenha mostrado muita consistência e regularidade na fase classificatória. Pela primeira vez Bahrain consegue ser representado em uma final, masculina ou feminina. Wendy começou mais concentrada na primeira partida (201) e Aqeel estava perdida (158). Quando parecia que nada mais poderia ser feito Aqeel recuperou-se muito bem (213) abalando um pouco a segurança de Chai (182). Apesar da fraca pontuação na partida de desempate, as duas estavam numa disputa equilibrada até a metade da partida quando um split 3-4-6-7-9-10 derrubou a pontuação de Aqeel (162) dando a vitória para Wendy (192).



Escrito por Bira Teodoro às 20h23
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Quartas-de-final, Sábado, 19/11/2005 (melhor de três), 12h30:
Michael Schmidt (1), Canadá X Arturo Hernandez (8), Venezuela

Emoção e nervosismo dignos de uma final. Michael, a máquina canadense começou rateando (205) e só não perdeu a primeira para o Arturo, porque o venezuelano fritou o décimo frame (tinha um spare 2-4-5 para fechar, mas deixou o pino 4) e fez apenas 201 dos 223 possíveis, caso terminasse com um tri-ligue. Na segunda partida Arturo fez um quadriligue no fechamento (222), garantindo um terceiro confronto com Michael (186). Na partida de desempate, o canadense saiu “fritado” (num spare 2-8 derrubou apenas o 2) e o venezuelano com um spare. A partir daí, frame a frame a briga foi até o fim, com Arturo fechando um ligue mais nove, obrigando Michael pelos menos a fazer um ligue no fechamento. E ele fez triligue e, com 216 pontos, levou o Canadá para a merecida final já que liderou desde o início da Copa, mesmo que tenha sido preciso algumas pitadas de sorte.



Escrito por Bira Teodoro às 13h15
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Quartas-de-final, Sábado, 19/11/2005 (melhor de três), 11h:
Petter Hansen (2), Noruega X Badr Al Sheikh (7), Arábia Saudita
Uma disputa nada perfeita: o norueguês Petter começou com uns míseros 156 pontos perdendo para o saudita Al Sheikh, que fez o quarto 300 na fase classificatória desse mundial, e não precisou fazer nada além dos suficientes 185 pontos para vencer. Na segunda partida foi a vez do saudita entregar o ouro (143) para o norueguês (212). No desempate, Petter fraquejou novamente (167) perdendo para Al Sheikh (213).


Escrito por Bira Teodoro às 13h11
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Quartas-de-final, Sábado, 19/11/2005 (melhor de três), 9h30min:
Lucas Legnani (3), Argentina X Or Aviram (6), Israel
O israelense Or perdeu a primeira para o argentino Lucas (183 x 200), recuperou-se bem na segunda (233 x 208) e não precisou se esforçar muito na última (198x 170), colocando Israel entre os quatro melhores dessa Copa Mundial.


Escrito por Bira Teodoro às 13h08
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Quartas-de-final, Sábado, 19/11/2005 (melhor de três), 8h:
Gery Verbruggen (4), Bélgica X Anders Öhman (5), Suécia

Foi a disputa das quartas-de-final que teve mais partidas altas de ambos os jogadores, o belga Gery ganhou as duas contra o sueco Anders (256 x 238 e 222 x 214), colocando a Bélgica na semi-final.

Escrito por Bira Teodoro às 13h05
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